
Aprenda todos os projetos do PND dentro de uma sequência lógica e fácil de entender!

PND significa Projeto Nacional de Desenvolvimento. É um plano organizado, formado por vários projetos que se conectam entre si para resolver os principais problemas do Brasil.
Cada projeto tem um papel estratégico dentro de um mesmo objetivo: fazer o Brasil avançar passo a passo, ano após ano, até se tornar um país desenvolvido.
O PND não é uma ideia teórica nem uma invenção mirabolante. Ele reúne soluções simples e práticas que já deram certo em outros países — e até em experiências isoladas no próprio Brasil — e propõe aplicá-las em escala nacional.
Esta página tem a intenção de apresentar, de um jeito fácil de entender, como os projetos do PND vão mudar a vida dos brasileiros, passo a passo. Na prática, os efeitos serão os mesmos, mas a ordem em que os projetos vão ser colocados em prática poderá ser diferente.
Aqui, vamos apresentar o PND sendo implantado em 7 etapas, seguindo uma sequência lógica e indicando a relação que os projetos tem entre si.
Só quem já passou por isso sabe o quanto é ruim a dor da fome. Infelizmente, existem muitos brasileiros nesta situação. Não faz sentido ter gente passando fome no Brasil, visto que somos um dos maiores produtores de alimentos do mundo. Então, este problema histórico será o primeiro que o PND irá resolver DEFINITIVAMENTE.
O que traz dignidade ao ser humano é poder se sustentar pelo seu próprio suor, sem depender da “bondade” dos outros. É motivo de muita felicidade para o pai ou mãe de família poder trazer o necessário para dentro de casa pelo seu próprio esforço.
O PND tem soluções tanto para gerar milhões de empregos quanto para ajudar a quem quer abrir um negócio próprio. Porém, estas políticas demoram algum tempo para surtirem efeito e a fome não espera. Por isso, temos um projeto chamado Programa de Renda Mínima como meio emergencial de resolver esse problema.


O Programa de Renda Mínima vai garantir que todas as famílias brasileiras, sem exceção, tenham uma renda de, no mínimo, R$ 418,00 por pessoa. Então, se a família tiver 4 pessoas, terá garantido o total de R$ 1.672,00 todo mês. Se a família tiver alguma renda, mas não alcance esse valor, o governo vai completar.
O Programa de Renda Mínima será melhor do que o Bolsa Família, que já é muito bom. Além de pagar mais dinheiro por família, todas as famílias serão atendidas. Não haverá fila de espera. Além disso, o Programa de Renda Mínima será registrado na Constituição Federal, portanto não poderá ser usado para “chantagem eleitoral”.
Já pensou não vermos mais cenas tristes de pessoas dormindo na rua e pegando comida no lixo? Está na mão fazer!
Quer mais detalhes sobre este programa, inclusive sobre como o governo vai obter o dinheiro necessário? Clique aqui.
Somada a essa ajuda financeira, o PND também prevê medidas para reduzir o preço dos alimentos. Veja aqui.
Estando com fome ou vendo os filhos chorando de fome, nenhum pai ou mãe de família tem tempo suficiente para procurar emprego, muito menos para se capacitar profissionalmente. Com a urgência de ter que trazer comida pra casa todo dia, muitos aceitam qualquer tipo de trabalho ou, até mesmo, se humilham pedindo esmola nas calçadas, transportes coletivos, etc.
Além de o Programa de Renda Mínima eliminar a dor da fome nos nossos irmãos brasileiros, ele tem uma razão estratégica: estabelecer uma base de apoio para as mães e pais de família se capacitarem e procurarem emprego com calma.
Mas, cadê os empregos?
Bem, só o fato de milhões de pessoas passarem a ter renda, já vai movimentar a economia. A renda das pessoas mais pobres é quase totalmente destinada a comprar coisas, ou seja, para o consumo. Então, os comércios vão vender mais e contratar mais pessoas. Eles vão fazer mais pedidos para as fábricas, que também vão contratar mais pessoas. E ambos vão solicitar prestadores de serviços, que vão ganhar também. Só aí já vamos gerar milhares de empregos.
Para dar uma turbinada na economia, gerando ainda mais empregos, o PND tem um projeto chamado Programa Nome Limpo, que será destinado a tirar o nome das pessoas do SPC. A ideia é bem simples: por meio da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, as dívidas dos brasileiros serão refinanciadas com juros baixos. Pagando a primeira parcela, o nome já será tirado do SPC.
Desta forma, com renda e crédito nas mãos, milhões de brasileiros vão poder voltar a comprar com dignidade, gerando empregos no comércio, na indústria e nos serviços.
Mas o melhor ainda está por vir…



Agora, vamos apresentar a terceira grande vantagem do Brasil: a vasta infraestrutura por fazer. Na Europa, por exemplo, a infraestrutura já está toda pronta: estradas em bom estado, ferrovias, moradias, saneamento básico… tudo já está feito. Aqui não! Temos muito por fazer.
Aqui no Brasil, precisamos construir moradias e realizar melhorias habitacionais, construir e reformar estradas, construir ferrovias, linhas de metrô e muito saneamento básico, etc. Além disso, temos mais de 14.000 obras paradas espalhadas pelo Brasil.
Como falamos na página das características fundamentais do PND, em cada crise há uma oportunidade. Essa enorme necessidade de obras nos permite realizar uma força tarefa na construção civil, com o potencial de gerar centenas de milhares de empregos em pouquíssimo tempo!
A construção civil tem duas vantagens bem interessantes:
Podemos começar pelas obras paradas, que já estão com licitação e licenciamento ambiental pronto. Em seguida, iniciaremos as novas obras, contratando, de preferência, pessoas que moram perto delas.
Estes empregos, embora simples, geralmente de 1 salário mínimo, serão com carteira assinada, ou seja, com todos os direitos trabalhistas: férias, 13º salário, folga semanal, 8 horas de trabalho por dia, licença maternidade etc. Muito melhor do que a selvageria do trabalho informal no qual a maioria dos trabalhadores hoje no Brasil está se submetendo.
Por falar em direitos trabalhistas, o PND propõe chamar representantes dos mais diversos setores da sociedade civil para modernizar a CLT. Precisamos, em primeiro lugar, garantir os direitos dos trabalhadores, mas também adaptar as leis às novas formas de trabalho, como “home office”, trabalho por aplicativo, etc. Será o nosso Novo Código do Trabalho.
E o PND ainda tem um Programa de Supervalorização do Salário Mínimo, no qual haverá aumentos anuais na ordem de 25%, 30% até atingirmos um valor razoável. Não faz sentido o país mais rico da América Latina ter o 2º pior salário mínimo. O PND tem uma solução detalhada para isso também.
Outra vantagem do surgimento destes empregos formais é que eles vão gerar mais dinheiro para a previdência, reduzindo o chamado “déficit”, que é o dinheiro que o governo tem que completar todo ano para pagar as aposentadorias. Ou seja, vai sobrar dinheiro para o governo aplicar no financiando das obras desta 2º etapa.
Falando em previdência, o PND também propõe um Redesenho da Previdência para organizar as finanças, eliminar os privilégios e modernizar a forma de financiamento, o que também vai reduzir o tal “déficit”. E esse redesenho, inclusive, terá um papel fundamental no Programa de Supervalorização do Salário Mínimo.
Dentre as novas obras a serem construídas nesta 2º etapa, estão as escolas e creches em tempo integral, que serão usadas na Revolução da Educação Pública que o PND propõe.
Além disso, serão também construídas as novas unidades de saúde para o Novo Modelo de Saúde Pública que o PND também propõe.


Todos os projetos apresentados neste site foram elaborados tendo como ponto de partida as ideias desenvolvidas no livro “Projeto Nacional: o Dever da Esperança”, de Ciro Gomes.
O Movimento PND do Brasil não possui vínculo com nenhum partido político. Somos cidadãos comuns que decidiram divulgar essas propostas por acreditarmos que elas têm o potencial real de transformar o Brasil em um país desenvolvido, justo e soberano.
Hoje, estamos na era da informação. Ou seja, toda informação que precisamos está disponível na palma da nossa mão, nos nossos smartphones. Temos o Google, o Youtube, o ChatGPT, e por aí vai…
Você acha que faz sentido o aluno acordar 5 horas da manhã, tomar banho na água gelada e ir a uma escola longe de casa, na chuva, para ouvir o professor repetir assuntos que já estão livremente disponíveis no Google? Pois é… nós fizemos essa reflexão.
Não que os assuntos não sejam importantes. As disciplinas ensinadas nas escolas são importantes, mas precisamos mudar o jeito de ensinar. Esse método em que o aluno precisa memorizar informações para escrevê-las em uma prova, sob pressão e sem poder consultar o celular, um livro ou o colega do lado é um modelo de ensino ultrapassado.
Hoje, na era digital, o aluno precisa ser preparado não para responder, mas para perguntar. Precisamos estimular a criatividade e o senso crítico, levando em conta os talentos e vocações de cada um. O aluno precisa aprender a associar informações já disponíveis no Google e, como fruto dessa análise, produzir novas informações. Precisamos prepará-los para a inovação!


A revolução na educação proposta no PND tem como ponto de partida as 7 dimensões da educação, formulada pelo pesquisador André Stabile. Abaixo, vamos resumir como vai funcionar.
As escolas hoje existentes precisarão ser reformadas e novas escolas serem construídas para a educação em tempo integral. Cada escola terá: salas administrativas, salas de aula, quadra poliesportiva, refeitório, laboratórios, auditório, teatro e até piscina! Terá psicólogo, assistente social e dentista.
Para o novo padrão de aprendizado, os professores serão retreinados e vão ganhar muito melhor. As famílias terão participação mais ativa no acompanhamento dos filhos e todos os alunos terão acompanhamento individualizado. Se o aluno faltar, a escola vai procurar saber o motivo. Ninguém ficará para trás!
Em caso de problema de saúde, o aluno, professor ou qualquer outro brasileiro poderá contar com a estrutura que explicaremos na nossa próxima etapa de implantação do PND.
Você quer tirar dúvidas, dar uma sugestão ou fazer alguma crítica?
Fale conosco pelo Whatsapp! Teremos muito prazer em conversar com você.
O nosso SUS é uma instituição muito importante e que deve ser valorizada. Poucos países do mundo tem um sistema de saúde gratuito, que cobre todo tipo de tratamento médico. Os EUA, por exemplo, não tem. Lá, ou você tem plano de saúde ou não tem acesso ao serviço de saúde, a não ser pelos hospitais filantrópicos. Aqui no Brasil, os turistas ficam impressionados por serem atendidos sem precisarem pagar nada. Portanto, temos que valorizar o nosso SUS.
Dito isto, vamos tratar de solucionar os problemas.


O principal problema relatado pelos usuários é demora no atendimento. Demora na fila das emergências, para marcar consulta no posto, para fazer cirurgia. Exames? Quem tem dinheiro faz particular para não esperar 6, 8, 12 meses. Existe também o mal atendimento que, muitas vezes é causado por desmotivação pela falta de materiais e melhores condições de trabalho.
Boa parte do problema do SUS pode ser resolvida com gestão mais profissional e mais dinheiro. Então, o PND propõe aumentar o orçamento do SUS e estabelecer padrões em que os diretores de unidades de saúde serão escolhidos por seleção pública e não mais por indicação política. Além disso, haverá meios de os usuários avaliarem a qualidade no atendimento, de modo que os profissionais das unidades mais bem avaliadas sejam premiados.
O PND também propõe um novo modelo para a rede de saúde, no qual o Brasil será dividido em cerca de 150 áreas de saúde, cada uma com todos os equipamentos necessários para atender bem à população daquela área. Cada uma terá uma rede de UPAs e postos de saúde, policlínicas, hospitais de média complexidade, maternidades e um grande hospital de alta complexidade.
A rede terá 3 portas de entrada: UPAs, postos de saúde e emergências dos hospitais e maternidades. Se alguém precisar fazer uma consulta que não tenha muita urgência, irá a um posto de saúde, onde a consulta com o clínico geral será marcada para, no máximo, 30 dias. Os postos também serão responsáveis por serviços como: vacinação, acompanhamento de diabéticos, serviços ambulatoriais, etc.
Caso o paciente precise fazer um exame, ou uma nova consulta com um médico especialista, como ortopedista, dermatologista, etc, será encaminhado para uma policlínica, onde o exame ou consulta será marcado para, no máximo, 30 dias.
Se alguém tiver um princípio de infarto, AVC, pressão alta, etc, poderá ser atendido nas UPAs para ser estabilizado. Caso necessário, ele será encaminhado a um hospital de média ou alta complexidade, dependendo da gravidade.
Caso alguém sofra um acidente de moto ou precise realizar uma cirurgia mais simples, poderá ir na emergência de um hospital de média complexidade. Maternidades também serão consideradas hospitais deste porte.
Se o paciente precisar fazer um transplante, cirurgia neurológica ou algum outro procedimento mais complexo, será encaminhado para o hospital de alta complexidade.
Haverá um prontuário eletrônico com todo o histórico do paciente.
Vamos aumentar o financiamento da saúde e educação com o aumento da arrecadação resultante das ações tomadas até aqui. Mas, existe outro projeto do PND para reduzir os custos: vamos fabricar os materiais aqui ao invés de comprar de outros países. É o que vamos tratar na próxima etapa.

Pense comigo: o Brasil tem capacidade de fabricar guarda-chuva? “Óbvio que sim! Que pergunta é essa?”, você deve estar pensando. Então, por que nós importamos da China? Não seria melhor fabricarmos aqui, gerando empregos para as pessoas da nossa comunidade?
Nós pensamos nisso o tempo inteiro e propomos mudar essa realidade. Nada contra o povo chinês. Eles são muito bem-vindos aqui, mas precisamos gerar empregos e não faz sentido importarmos produtos simples, como utensílios domésticos, brinquedos e até roupas.
A indústria é um setor que gera empregos com melhores salários, paga mais impostos para o governo investir no povo e trazem muito dinheiro para o país exportando produtos industrializados, que são mais caros que os produtos agrícolas, o chamado “valor agregado”. Além disso, nos torna tecnologicamente independes de outros países, barateando os produtos que usamos e fortalecendo a nossa soberania. Indústria é tudo de bom!


Já que estávamos falando em saúde pública, você sabia que o governo gasta uma montanha de dinheiro por ano importando produtos simples como: próteses, bengalas, camas de hospital e até máscaras? Sim! São itens que podemos muito bem passar a fabricar, gerando milhares de empregos no Brasil.
A maioria destes produtos estão com patente vencida, ou seja, não tem mais “direitos autorais”. Então, podemos simplesmente desmontá-los, ver como são feitos e fabricar itens iguais, sem desrespeitar nenhuma lei de propriedade intelectual. É a chamada “engenharia reversa”.
A ideia do PND é fazer uma espécie de “triangulação” entre governo, universidades e empresas privadas. Nesta jogada conjunta, as universidades fazem o “copia e cola” dos produtos e enviam os projetos para as indústrias fabricarem.
O papel do governo será coordenar esse trabalho, aumentando as chances de sucesso com investimento em pesquisa, crédito barato para as empresas, capacitação gerencial, etc. O governo incentivará os estudantes a abrirem novas fábricas, que podem nascer em incubadoras dentro das universidades. Haverá meios de financiamento mais modernos no formato “venture capital”, “angel money”, etc. O governo será parceiro do empreendedor.
Existem duas grandes vantagens para a indústria da saúde:
Além destes materiais, nós também importamos os princípios ativos dos remédios. Mesmo fabricando aqui, por exemplo, a dipirona, a “fórmula” vem do estrangeiro e pagamos caro por isso.
A nossa Amazônia é abundante em biodiversidade, ou seja, temos plantas, animais, fungos e microorganismos que a torna uma “farmácia natural” inexplorada. Estudando esses seres vivos, podemos descobrir inúmeros novos remédios e, até mesmo, cosméticos. Com investimento em pesquisa neste setor, podemos nos tornar, em poucos anos, exportadores de remédios ao invés de importadores, trazendo bilhões de dólares para o Brasil.
Essa indústria será a solução para os povos da Amazônia que estão com restrições para trabalharem com agricultura e criação de gado devido à questão ambiental. Lá, o governo fará uma coisa chamada “zoneamento ecológico-econômico”, que é a definição de quais áreas podem ser usadas para a agropecuária e quais devem ser preservadas. Vamos conseguir preservar o meio-ambiente de forma bem mais eficiente.
Então, quem quiser trabalhar na agricultura ou na criação de gado, terá o seu espaço. Mas, também serão gerados milhares de empregos nessa nova indústria.
O PND se preocupa muito com o meio-ambiente. Então, haverá mais presença do Estado não só na Amazônia, mas em todos os biomas brasileiros. A fiscalização mais eficiente vai reduzir ano a ano o desmatamento e a mineração ilegais, além de outras práticas ilícitas.
Por que os estrangeiros tem tanto interesse em nossa Amazônia? É para preservar o meio-ambiente ou estão de olho nas nossas riquezas naturais? Então, por que desprezam os demais biomas brasileiros e até mesmo o meio-ambiente de seus respectivos territórios? Perguntar não ofende.


Não poderíamos deixar de falar na nossa agricultura, que é uma das mais modernas e competitivas do mundo. Hoje, quem está salvando o Brasil é o agronegócio, que exporta grandes quantidades de alimentos, trazendo ao Brasil dezenas de bilhões de dólares todo ano.
Porém, mesmo o Brasil sendo uma potência em produção agrícola no mundo, importamos quase todos os materiais utilizados. E não estou só falando de máquinas! Também importamos itens simples, como: fertilizantes, agrotóxicos e até adubos!
Será que o Brasil não é capaz de fabricar adubos? Pelo amor de Deus! Quanto aos fertilizantes, que são produtos minerais, temos em nosso solo em abundância toda a matéria prima necessária para a fabricação: o fosfato, o potássio, além de diversos outros minerais.
Temos que começar a fabricação destes produtos pra ontem! Como a nossa agricultura é gigantesca, qualquer fábrica, por exemplo, de fertilizantes que abrir no Brasil já vai nascer com uma fila de clientes na porta. Assim, vamos gerar mais alguns milhares de empregos.
O Brasil é um país tão maravilhoso, que também temos abundância de petróleo. Além disso, a nossa Petrobrás utiliza tecnologia de ponta, sendo uma empresa referência no mundo inteiro.
Você sabia que, mesmo com toda essa vantagem dentro de casa, nós ainda importamos boa parte dos nossos combustíveis? O Brasil está indo no caminho inverso do desenvolvimento. Ao invés de construir mais refinarias, que são as fábricas da gasolina e do óleo diesel, o governo está vendendo para empresas estrangeiras!
O caminho certo é óbvio! Temos que fortalecer a Petrobrás, construir novas refinarias e aumentar a extração de petróleo. Inclusive, descobrimos uma nova área com muito petróleo, na chamada “margem equatorial”, que devemos começar os estudos imediatamente para produção. Essa indústria vai gerar milhares de empregos.
Só para deixar claro, ao contrário do que a mídia anda propagando, a área de exploração de petróleo da margem equatorial fica a 500 quilômetros da Foz do Rio Amazonas, então o risco de dano ambiental é zero. E é uma riqueza inestimável. Pra você ter uma ideia, a Guiana (pequeno país vizinho ao Brasil) quadruplicou o seu PIB (a soma de todas as riquezas do país) só com a exploração desse petróleo na margem equatorial.
Sabemos que o petróleo serve para fabricar combustíveis. Mas, o que pouca gente sabe é que ele também pode ser usado para fabricar muitos outros produtos, como: plásticos, borrachas, tecidos sintéticos, asfalto, lubrificantes, cosméticos e até remédios!
Para a fabricação desses produtos, podem ser criadas diversas fábricas em torno da Petrobrás, gerando mais e mais empregos. Isso se chama “verticalização” e a Petrobrás pode ter papel fundamental nesse complexo industrial.
Como o petróleo ainda vai gerar riqueza no mundo, no mínimo, pelos próximos 30 anos, temos que explorá-lo. Se a gente não explorar, outros países vão fazer isso por nós. Mesmo assim, dentro de uma ideia de preservação do meio ambiente, o projeto do PND é transformar a Petrobrás, no futuro, em uma grande empresa de biocombustíveis e energia renovável.


O Brasil não tem nenhuma intenção de arranjar briga com ninguém. Muito pelo contrário! Pela nossa tradição mestiça e plural, podemos ser um exemplo de diplomacia, tolerância e convivência pacífica com outras nações.
Mas, para que possamos crescer sem sermos incomodados por outros países, devemos ter condições de nos defender.
Sendo assim, o Brasil precisa investir no exército, marinha e aeronáutica. Temos que fortalecer toda uma indústria em torno dos equipamentos de defesa.
A indústria da defesa tem também o potencial de criar tecnologias de ponta, que podem posteriormente ser transferidas para as empresas privadas. O telefone celular e a própria internet, por exemplo, foram criados pelas forças armadas dos EUA e depois transferidos para indústria privada deles vender e gerar riqueza.
Você sabia que o GPS do seu celular é controlado pelo governo dos EUA? Sim! Até mesmo os aviões, navios e demais veículos das nossas forças armadas utilizam o mesmo GPS. A nossa agricultura de precisão e boa parte das operações da Petrobrás também são guiadas por este GPS. Isso significa que se alguém lá nos EUA apertar um botão, desregula tudo aqui! Não podemos continuar dependendo deles.
A China e a Rússia tem os seus próprios “GPS”. Precisamos fazer o nosso! Isso significa tecnologia de fabricação e lançamento de satélites, coisa que o Brasil pode fazer. Como estamos no BRICS, podemos fazer um acordo com a China para obtermos esse tipo tecnologia. Isso se chama “acordo de transferência tecnológica”, coisa que o Brasil já sabe fazer.
Fizemos um acordo assim para a fabricação do caça Gripen (moderna aeronave fabricada pela Embraer), quando recebemos da Suécia toda a tecnologia necessária. Tecnologia de ponta que hoje temos em nossas mãos.
Nesse setor, podemos destacar duas empresas de alta tecnologia: a Embraer e a Avibrás. A Embraer, fabricante do caça Gripen, também fabrica o KC-390 – a melhor aeronave de carga do mundo! A Avibrás produz sistemas de defesa (lançadores de foguetes como o ASTROS, mísseis, defesa antiaérea), veículos blindados, componentes aeroespaciais (propelentes sólidos para foguetes e mísseis), e soluções civis como tratores ferroviários e explosivos para mineração, sendo uma empresa estratégica brasileira e que precisa ser fortalecida!
Nem precisava dizer, mas vou seguir o protocolo: esse setor também pode gerar milhares de empregos.
Vamos colocar um tópico rápido sobre esse projeto ousado do PND, que tem potenciais interessantes.
O Programa Internet do Povo visa fazer investimentos em infraestrutura de transmissão de internet e dar um smartphone a cada brasileiro.
Essa ideia de dar smartphones pode parecer um projeto “populista” (no mal sentido) ou eleitoreiro. Porém, existem algumas intenções estratégicas.
Primeiro, que o smartphone é essencial hoje em dia, não só para comunicação e lazer, mas também para estudo e acesso a serviços públicos. O Ceará, por exemplo, distribui tablets para alunos da rede pública.
Mas, esse programa também tem um potencial para o nosso desenvolvimento industrial e tecnológico.
Para colocar em prática, o governo terá que comprar imensas quantidades de celulares. Assim, poderemos negociar alguns acordos de cooperação com os fabricantes. Por exemplo, o governo pode chegar numa Xialmi da vida e dizer assim: “Olha, nós vamos comprar de vocês, que vão ganhar muito dinheiro conosco. Em troca, queremos que vocês instalem fábricas em alguns estados brasileiros e que nos transfiram parte da sua tecnologia.” É um acordo justo de transferência tecnológica.
Com este acordo, poderemos até pensar para os próximos anos em termos marcas brasileiras de celulares. Não seria fantástico?

Os “serviços sofisticados”, conforme serão entendidos aqui neste trabalho, são aqueles que exigem um maior preparo técnico e ou sensibilidade artística. Caso sejam feitos com profissionalismo e em grande escala, tem também o potencial de gerar uma incrível quantidade de empregos!
Vamos lá!
O Brasil possui um vasto e diversificado conjunto de relevos, climas e recursos naturais que oferecem um imenso potencial para o turismo ecológico e de aventura. O patrimônio natural do país, que inclui praias, florestas, rios e cânions, é um dos maiores atrativos turísticos do mundo.
Além do ecoturismo, o Brasil pode explorar diversos outros tipos de turismo, como o cultural (histórico, gastronômico, étnico), de lazer e praia, Religioso, de negócios, de saúde e bem-estar, de aventura, rural, náutico, etc, aproveitando a vasta diversidade de biomas, culturas e tradições do país para oferecer roteiros únicos.
O turismo movimenta toda a cadeia econômica. Ele tem um efeito multiplicador. Quando os turistas gastam dinheiro, essa receita circula por diversos setores, para além das atividades próprias do turismo. O turista vai gastar dinheiro nos hotéis, taxis, parques, restaurantes, lojas, etc.
Pensando neste setor, podemos investir em capacitação e equipamentos turísticos. No Ceará, após ser construído um grande centro de eventos, o estado entrou na rota do turismo de negócios e o de entretenimento cresceu bastante. O investimento em turismo pode gerar milhares de empregos em todos os estados do Brasil, conforme a política de desenvolvimento regional do PND.
Também, com a implementação do PND, o Brasil se tornará ainda mais atrativo tanto pelo clima de transformação e prosperidade quanto pela melhoria da segurança pública, que falaremos mais a diante.


Por trás de um grande show há muitas pessoas trabalhando na produção. As apresentações culturais podem também gerar muitos empregos diretos e indiretos em todos os estados do Brasil.
O PND tem um projeto para estimular não só as produções culturais de artistas famosos mas, principalmente, as produções regionais, das comunidades em todo o Brasil.
A cultura, além de gerar empregos, tem o potencial de tirar os jovens da influência do crime e é um alimento para a alma, proporcionando uma fonte de satisfação e felicidade fora do consumismo que está corroendo a humanidade no mundo inteiro. Pode ser também um meio de integração dos bairros, estimulando o pensamento coletivo, no lugar do individualismo que hoje percebemos no Brasil.
Portanto, o investimento na cultura terá tanto um impacto econômico quanto no desenvolvimento humano de nosso povo.
Agora, vou falar uma coisa que eu tenho certeza de que você não fazia ideia: a indústria de games gera mais dinheiro do que as indústrias da música e do cinema juntos! Isso mesmo que você leu! É uma mina de ouro.
O Brasil também tem um potencial imenso nesse setor. Já notou que muita gente aqui gosta de jogos online? Os youtubers que transmitem aqui tem muita audiência. O brasileiro gosta desses jogos.
Mas, assim como nos outros setores citados acima, também importamos tudo. Pagamos para jogar e o dinheiro vai para os outros países, gerando riquezas lá fora.
O PND tem o projeto para incentivar a produção, não só de games, mas de softwares em geral aqui no Brasil. Esse tipo de atividade não requer grandes investimentos – existem até muitas ferramentas gratuitas para a produção de softwares. Então, basta preparar os jovens que se interessarem nessa área.
Além de gerar empregos, também será um jeito de afastar os jovens da criminalidade.

A maioria das pessoas entende a segurança pública como “polícia na rua”. Esse tipo de política pública, que é a repressão, também é importante. O PND tem um conjunto de ideias para combater o crime.
O PND propõe tirar do papel o “Sistema Único de Segurança Pública”. Segundo o PND, deverá haver uma integração entre as guardas municipais, polícias civis e militares, e a polícia federal. As organizações criminosas deverão ser combatidas pelo PF, que vai rastrear o dinheiro, desmontar esquemas de lavagem de dinheiro e fechar as fronteiras, para evitar entrada de drogas, armamentos e munições. Haverá um grande investimento em inteligência policial e mudanças nas leis.
Porém, nesta página, vamos focar na prevenção. Afinal, é melhor prevenir do que remediar.


Segurança Pública não é obtida por uma política pública específica. Ela é a consequência da correta aplicação de todas as outras políticas públicas.
Segundo os melhores estudos sobre segurança pública no mundo, as principais causas da violência urbana e criminalidade são:
Todos estes fatores terão um impacto positivo com a implementação do PND no Brasil. O clima de desenvolvimento e prosperidade, a percepção de que há oportunidade para todos e a ampliação dos horizontes dos brasileiros por meio da educação e da cultura já proporcionarão mais saúde mental, por exemplo.
Mas, não querendo reduzir um assunto tão complexo, vamos ser práticos na nossa reflexão.
Quando alguém comete um crime é porque decidiu cometer o crime. Correto? Se decidiu cometer o crime é porque estava considerando a possibilidade de praticá-lo. Confere? Se estava considerando a possibilidade de praticar o crime é porque não estava ocupando a cabeça com bons pensamentos. Como já diz o ditado: “mente vazia, oficina do diabo.”
O PND vai proporcionar uma nova “atmosfera” no Brasil. Com oportunidades reais para todos, cada indivíduo vai estar pensando na realização de seus sonhos e não haverá terreno fértil para pensamentos nocivos.
As crianças e adolescentes estarão nas escolas em tempo integral, longe do crime. Os adultos estarão se capacitando, procurando emprego ou trabalhando para crescerem profissionalmente. As pessoas normalmente estarão nas escolas, nas empresas, nos centros culturais, nas igrejas, etc
O jovem busca aceitação pelo grupo e status social. Hoje, essa busca é feita pelo consumismo e pelo crime. Vamos mudar essa realidade! O jovem vai buscar reconhecimento pelo seu talento em tocar um instrumento musical, pelo seu desempenho no esporte, pela sua excelente interpretação na peça de teatro, pelo seu talento na dança, pela sua medalha na olimpíada de matemática, etc.
O povo brasileiro, em geral, vai ter uma nova fonte de felicidade: participar no processo de reconstrução e desenvolvimento do Brasil. Nosso povo vai recuperar a autoestima e o orgulho de ser brasileiro.
Enfim. Não haverá ambiente para a prática de crimes. E, no caso de ocorrer, que em menor grau é inevitável, o Estado estará bem equipado para reprimir e punir.

Conheça alguns projetos do PND separados por temas! Clique no botão abaixo.